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INTERNACIONAL: Equador propõe regular o uso de derivados de cannabis como ingredientes alimentícios

INTERNACIONAL: Equador propõe regular o uso de derivados de cannabis como ingredientes alimentícios

Após análise e constatação do alto teor de proteínas e ômegas 6 e 3 presente no uso de derivados de cannabis como ingredientes alimentícios e para suplementos alimentares, cada vez mais países na América Latina procuram autorizar se uso. 

 

Com a aprovação do Uruguai no uso de ingredientes derivados da semente de cannabis (Cannabis sativa L.) em alimentos, o produto tornou-se um dos ingredientes com maior interesse e potencial de desenvolvimento na América Latina. Entre estes países, o Equador recentemente propôs a introdução de regras para autorizar o uso de sementes de cannabis descascadas e seus subprodutos, como a proteína em pó obtida da semente e seu óleo.

 

A proposta inclui que qualquer um desses ingredientes não deve exceder um teor de delta-9-tetrahidrocanabinol (THC) de 0.3% medido em produtos finais, que deve ser comprovado por certificados de análise de laboratórios credenciados. Em termos comparativos ao nível regional, o limite permitido de THC seria mais restritivo no Equador do que no Uruguai, onde é de 1%.

 

Além disso, para as empresas que tiverem interesse na utilização de outras partes da planta de cannabis, que não seja a semente e que 

As empresas interessadas em utilizar outra parte da planta de cannabis que não seja a semente e não tenha psicoativos, ou seja, com teor de THC igual ou superior a 1%, devem apresentar histórico de consumo seguro no país de origem e as evidências científicas que indicam seu consumo seguro em humanos.

Entre os produtos já comercializados, estão um suplemento alimentar com proteína da semente de cannabis em pó no Uruguai e aguardando a aprovação e regulamentação uma semente descascada para consumo direto e pó à base de proteína de cannabis no Equador.

 

Fonte: Food Connection.

 

Latam

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