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RESUMO DIA 2 – 9ª edição do Evento Foodtech Movement

RESUMO DIA 2  – 9ª edição do Evento Foodtech Movement

O segundo dia da 9ª edição do Foodtech Movement (FTM) falou da transformação digital da alimentação, contou com diversos players do mercado plant based, e destacou também todo processo de gestão de startups, cases de sucesso focados no consumidor, na inovação e na tecnologia.

Confira abaixo um resumo do segundo dia de evento:

 

  • Alessio Dantino, é fundador da Forward Fooding, uma consultoria que levanta e interpreta dados de foodtechs e gera networking entre startups, corporações e investidores.  O apetite por investidores em Food Startups, segundo Alessio, se tornou expressivo nos últimos 10 anos. Hoje, globalmente, são injetados  mais de 13 bilhões de euros nesse setor. É somente a partir de 2014 que as ventures capitals entendem esse potencial e entraram no jogo.

Considerando os três principais ecossistemas de Agro e Food tech no mundo: o Vale do Silício, Israel e Londres, destacou a colaboração entre grandes empresas e as Startups como ponto forte. E foi enfático: - "Hoje em dia, quem souber lidar com essa  sinergia terá, de fato, vantagens competitivas.". Pode parecer clichê, diz ele, mas a diversidade de pessoas em uma empresa realmente a faz prosperar.

 

  • Diego Barreto, do Ifood, abordou a expansão do delivery, serviço que já era presente na rotina alimentar do brasileiro, mas que se intensificou com a pandemia. O Ifood é a terceira maior empresa do mundo em número de transações em um único país, com 39 milhões de pedidos em um mês. A companhia atua em 1.100 cidades, conta com 200 mil restaurantes na plataforma e mais de 150 mil entregadores ativos.

Para Diego, a análise de dados são a chave do sucesso para decisões mais inteligentes. Conforme esses dados, as verticais que mais cresceram no período da pandemia foram a do veganismo e vegetarianismo.

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  • Alexandre Canatella, diretor de negócios digitais no Carrefour & CEO do CyberCook, destacou a transformação digital no varejo alimentar e o uso da inteligência artificial.  Foi assim que O Carrefour para dentro o CyberCook a fim de ampliar a experiência alimentar da população.

O destaque do CyberCook entre o meio digital ocorreu principalmente pela utilização da inteligência artificial, sendo a única plataforma no mundo que detalha os custos de uma receita e, atualmente, possui mais de 100 mil delas em seu portfólio. O CyberCook também preza pela transparência na composição nutricional quando há junção de alimentos (formando uma receita) e sua proposta é focada na redução do desperdício de ingredientes. Por fim, Canatella traz a reflexão :

Só quem observa o humano, consegue observar a tecnologia’’.

 

NETWORKING LOUNGE

 

No Networking Lounge ocorreram show cases de algumas startups:

 

  • Dennis Nakamura, da Relp Aceleradora de Restaurantes, citou o trabalho da startup para gerar ferramentas funcionais que facilitem o serviço do delivery para os empreendedores. Elas são estruturadas em três pilares principais: tecnologia, cliente no centro de todas as inovações e o design. Além disso, destacou a primeira entrega via drone em São Paulo, analisando seus benefícios e o grande ganho para os restaurantes, que terão clientes mais satisfeitos com o produto final sendo entregue dessa maneira. Por fim, ele trouxe o lançamento exclusivo ao FTM do Hub-R para Startups.

 

  • Daniel Wanderley, diretor comercial na Fazenda Futuro, apresentou a categoria de plant based meat como uma das soluções para evitar o colapso ambiental derivado dos hábitos alimentares da população mundial. A Fazenda Futuro busca a democratização de seu produto e sua expansão baseadas no preço, qualidade e experiência de consumo.

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  • Lucas Ceschin, do James Delivery, revelou que o objetivo da startup é proporcionar a melhor experiência para o cliente, ao conectar entregadores, consumidores, estabelecimentos, e principalmente, priorizar os melhores produtos. A companhia alavancou sua expansão por meio de uma parceria com uma empresa tradicional, o Grupo Pão de Açúcar.

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  • Daniella Mello, CEO do Cheftime, trouxe a perspectiva de alimentação qualitativa, por meio do cardápio, segundo Daniella, denominado “comida de verdade”,  e entregue pela plataforma. Os três grandes pilares do empreendimento da Cheftime são voltados à conveniência, experiência e saúde do cliente. Além de caixas por assinatura, que contam com a parceria com o GPA,  hoje também atuam em compras avulsas de preparações e na remodelagem das rotisseries das lojas.

  • Eduardo Finelli, gerente comercial no Grupo Pão de Açúcar, explicou como funcionam, na prática, as parcerias com foodtechs e a divisão de categorias em termos de produtos, que atendem às novas demandas de consumo. Por fim, destacou a criação de um novo modelo de gerenciamento para startups:

Se você gostou do que leu, confira aqui o resumo do primeiro dia do evento FTM!

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