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Alimentação consciente: A busca por simplicidade e funcionalidade

Alimentação consciente: A busca por simplicidade e funcionalidade

O que quer dizer alimentação consciente? Como isso impacta no nosso dia a dia?

O Mindful Eating ou a alimentação consciente, é uma tendência global, é o consumidor que enxerga a alimentação como algo holístico, auxiliando integralmente e a longo prazo na saúde do ser humano. O consumidor dentro de casa olha com mais cuidado para suas escolhas, alimentação, principalmente com o efeito da pandemia, o consumidor vai buscar os atributos e alegações de produtos que tenham alguma funcionalidade a mais, não é um produto que seja simplesmente saudável, é um produto que traz um benefício agregado.

 

Segundo uma pesquisa com os produtores, a maioria deles globalmente acredita que a alimentação consciente, a procura por alimentos saudáveis, já é algo permanente. Já do ponto de vista dos consumidores brasileiros, 40% prestam atenção na informação nutricional nos rótulos das gondolas, 31,5% responderam que tentam ativamente mudar a alimentação e 42% dos consumidores consideram a alimentação saudável como mais cara.

São consumidores interessados em consumidor produtos mais saudáveis, mas que possuem barreiras em relação ao preço.

 

Gregory explicou também como a alimentação consciente vem de uma tendência global e tem impacto para o consumidor brasileiro, a partir de 4 tendências sobre:

 

  1. Imunidade e Saúde Digestiva
  2. Saúde Mental e Alimentação
  3. Clean Label e o processamento mínimo
  4. Como a digitalização do consumidor influencia na alimentação

 

 

Na primeira tendência falamos sobre imunidade e saúde digestiva e como a imunidade é central em algumas categorias de alimentos, principalmente falando de lácteos no Brasil. Mas, ainda assim a procura por fibras vai ganhando mais força com o consumidor mais atento e a ligação da saúde digestiva com a saúde mental, em relação ao estresse, humor, também vai se tornar uma tendência a longo prazo.

 

Uma pesquisa da Euromonitor sobre a relação da saúde mental e a alimentação destacou que 76% dos respondentes (são mais de 1.000 só no Brasil e globalmente mais de 20.000 respondentes) a maioria desses consumidores consideram saúde mental como equivalente a um alimento ser saudável ou não, então se ele tem algum efeito negativo, que aumente o estresse, o consumidor já tem um pensamento crítico sobre o produto.

 

O chocolate por exemplo, é um alimento indulgente que vem ganhando espaço, como o Chocolate antiestresse, um snack com a funcionalidade de relaxamento, substituindo um medicamento por alimentos. Outro exemplo é o chocolate de matcha, relacionado ao relaxamento.

 

Entre outros produtos que estimulam o sono e específicos para um momento antiestresse temos o Ninho Hora de Dormir e o Chá leão relaxa.

 

Na terceira tendência temos o Clean Label e o processamento mínimo, uma tendência global, mas que no Brasil em termos de preferência foi avaliado durante uma pesquisa da Euromonitor principalmente o clean ‘’ser livre de conservantes’’, a busca por um produto mais simples, com rótulo limpo.  

 

No encerramento da palestra, Gustavo destacou como a digitalização do consumidor influencia na alimentação, incluindo alguns exemplos como a plataforma da Danone que conecta os profissionais de educação física com o cliente, assim os profissionais podem indicar uma linha de Yo pro, por exemplo, já enviando o link para a compra.

O Dietbox também traz essa facilidade na comunicação, um software que conecta os nutricionistas aos pacientes, acessando um plano alimentar atualizado, tira dúvidas, receitas.

Já no varejo de alimentos, recentemente o Carrefour Brasil lançou em seu app o ‘’Nutri Escolha’’, um algoritmo que lê as compras e escolhe também a melhor combinação em termos de economia + saudabilidade utilizando a classificação de A a Z da Nutri Score, já utilizado em outros países.

Mas, como levar essas tendencias para o nosso produto?

  1. Achar o nicho principal para cada marca, produto.
  2. Mudança estrutural do produto, trazendo mais saudabilidade, menos produtos artificiais.
  3. Comunicação assertiva do produto mais natural, saudável ao consumidor
  4. Digitalizar a sua marca, trazendo para o online as recomendações do seu produto.

 

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