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Foodtech brasileira aposta em e-commerce de congelados plant-based

Foodtech brasileira aposta em e-commerce de congelados plant-based

 

Você faz parte do grupo de pessoas que considera a comida vegetariana sem graça? Esse é um desafio dos empreendedores desse ramo alimentício e foi abraçado pela foodtech Urban Farmcy.

De restaurante para foodtech: a Urban Farmcy após ter um restaurante plant-based na região sul do Brasil, inicia sua operação em  São Paulo com produtos congelados em um e-commerce plant-based. A marca aposta nas marmitas inspiradas nos pratos de sucesso do restaurante.

Com produtos vegetarianos, a marca procura disseminar um novo olhar sobre a alimentação. “A intenção, desde o início, era encontrar uma forma de entregar para as pessoas uma comida limpa, nutritiva e ambientalmente responsável capaz de levar mais plantas para a mesa das pessoas”, explica o empresário Tobias Chanan, dono do projeto.

Para o e-commerce, a aposta é proporcionar uma experiência informativa e clara para o público. Além dos produtos, o canal terá informações sobre os alimentos à base de planta, impactos ambientais e ações da marca.

O investimento inicial para o ingresso na região Sudeste foi de R$ 5 milhões. “Mais do que criar produtos à base de plantas – que também já foram rotulados de sem graça – buscamos ressignificar a categoria e entregar mais saúde com o menor impacto ambiental para um consumidor curioso que está disposto a conhecer. Agora queremos que o reconhecimento desenvolvido ao longo de quatro anos da Urban se amplie para o competitivo mercado de São Paulo”, comenta o sócio-fundador.

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Além de lançar os produtos no e-commerce da marca, a Urban Farmcy aposta nas marmitas inspiradas nos pratos de sucesso do restaurante. “É preciso levar mais do que conveniência para as pessoas. A comida congelada carrega o rótulo de comida ruim, sem gosto, sem textura e, principalmente, de comida nociva à saúde. E não podemos aceitar isso em pleno 2021. A Urban tem na comida um meio de transformação”, destaca Chanan.

Em sua visão, a oferta de marmitas é um meio simples e despretensioso de levar comida pronta até a casa das pessoas. Porém, a marca garante diferenciais: o processo de congelamento utiliza um método chamado fresh freeze process. Ele é feito com pequenos cristais de gelo que não causam danos às estruturas celulares dos alimentos e mantém a textura, o sabor e os nutrientes das refeições.

Para o segundo semestre de 2021, a empresa prevê faturamento de 4 milhões, um crescimento de 600% nas vendas de julho a dezembro, na comparação com o primeiro semestre. Fora isso, estão nos planos a expansão para todas as regiões do Brasil nos próximos três meses e alcançar 25 milhões de unidades de produtos plant-based até 2025.

A foodtech também se propõe a apoiar a agricultura familiar. A partir do lançamento da loja virtual, o compromisso é gerar R$50 milhões de renda para o setor junto ao consumo de quatro mil toneladas de alimentos locais limpos nos próximos cinco anos. Ao longo de quatro anos, a marca soma 221 toneladas de alimento limpo consumido e R$2 milhões de renda gerada para produtores orgânicos. Nesse período foram mais de 67 toneladas de resíduos tratados e alimentos compostados, inclusive embalagens.

Fonte: Consumidor Moderno.

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